google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 BLOG DO PROFESSOR AUGUSTÃO

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

SOBRE O CÓDIGO CIVIL

A segunda quinzena de agosto é o período previsto para a votação, em Plenário, de um dos projetos mais complexos em tramitação na Câmara: o do novo Código de Processo Civil (CPC – PL 8046/10), que vai modificar as regras de julgamento de todas as ações que não sejam penais, o que inclui Direito de Família, Direito do Trabalho, Direito do Consumidor e ações de indenização, entre outras.
A proposta foi aprovada em comissão especial no último dia 17, e a negociação conduzida pelo presidente do colegiado, deputado Fabio Trad (PMDB-ES), levou a um acordo quase unânime em torno da maior parte do texto. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, se comprometeu com a votação em Plenário, que só depende de liberação da pauta por projetos como o do Código Mineral (PL 5807/13), que tem prioridade, mas deve ser adiado para outubro.
Agilidade
A principal função do novo CPC é dar mais velocidade às decisões judiciais. A proposta prevê, por exemplo, a adoção dos processos eletrônicos, incentivos para conciliação entre as partes antes do julgamento e a aplicação de decisões já tomadas por tribunais superiores para ações que se repitam sobre o mesmo tema.
O relator da proposta, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), ressaltou que o texto vai impedir que uma das partes provoque o adiamento da decisão final, com recursos e atrasos. “Queremos uma justiça mais célere. O fato de termos aprovado por unanimidade esses dispositivos [na comissão especial] já é uma sinalização para o Plenário de que há acordo”, disse.
Arquivo/ Leonardo Prado
Efraim Filho
Efraim Filho: há consenso entre os partidos nos "pontos mais importantes" do texto.
Para o deputado Efraim Filho (DEM-PB), que propôs mudanças no projeto durante a última votação da comissão especial, os pontos mais importantes não correm risco de serem modificados. O texto, segundo ele, foi fruto do consenso entre todos os partidos, com “questões menores” para resolver em Plenário.
Pontos divergentes
Dois pontos foram apontados por Efraim como divergentes. Um deles é o dispositivo do texto que prevê que os honorários devidos ao advogado sejam pagos ao profissional mesmo quando ele pertença à Advocacia Pública. O parlamentar lembrou que, na comissão, houve um empate nessa discussão e prevaleceu o texto do relator.
O outro assunto que deve monopolizar os debates são as ações possessórias. O projeto determinava a realização de uma audiência de conciliação antes da análise de liminares de reintegração de posse de terras e imóveis invadidos. Após pressão da bancada ligada ao agronegócio, a obrigatoriedade dessa audiência – com a participação dos proprietários e de integrantes do Ministério Público e da Defensoria Pública – ficou restrita aos impasses que durem mais de um ano.
Conforme o advogado Luiz Henrique Volpe, que participou do grupo de juristas que auxiliou o relator na elaboração do texto, o novo código será um grande avanço e representa o sentimento médio da comunidade jurídica. “Ele será conhecido como o Código das Partes, voltado para o cidadão e não para alguma das carreiras jurídicas, sejam advogados, juízes, promotores ou defensores”, declarou.
Volpe lembrou que os dois anos em que a comissão especial analisou a proposta foram, realmente, de trabalho. “Não foi um texto que estava na gaveta e agora será votado, mas, sim, discutido com cada setor e que tem apoio de todas as frentes do trabalho jurídico”, comentou

do Blog Espaço Aberto

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PARTICIPE DESTE GRANDE EVENTO DE FÉ

                         Esperamos por você em nossa cidade...Seja Muito Bem-Vindo(a)....Até lá!
                           
                                             2º DOMINGO DE OUTUBRO DE 2013

BOLOS PARA O DIA DOS PAIS

(91) 3248 6275/ 82769894 ( Ana Lidia)


PASSE LIVRE...SITUAÇÃO ATUAL

Ocupação na Câmara de Belém segue tranquila (Foto: Rep. Belém Livre/Igor Ferreira)
(Foto: Rep. Belém Livre/Igor Ferreira)
Os cerca de 50 manifestantes quecontinuam ocupando a galeria da Câmara de Belém, na tarde desta terça-feira (6), como forma de pressionar os vereadores a votarem o projeto do Passe Livre, mantém o protesto pacífico no local. A ocupação iniciou na manhã de ontem (5).
Segundo informações de um manifestante identificado apenas como Evandro, o clima no local é tranquilo. “Estamos na galeria, mas temos medo de sair e não poder entrar. Sem contar que tem muitos polícias lá fora, temos medo de sofrer represálias”, afirma.
Evandro disse ainda que a informação repassada pelos organizadores do movimento Belém Livre, é que o projeto Passe Livre será votado nesta quarta-feira (7).
DOL tenta contato com a Câmara de Belém para saber se o projeto será votado amanhã

JOAQUIM BARBOSA NA MIRA

Ação popular protocolada na tarde desta segunda-feira na Justiça Federal, em Belém, pede a concessão de liminar que obrigue o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, a transferir imediatamente, para um imóvel privado, a sede de empresa que ele constituiu em Miami, no Estado da Flórida (EUA), e que funciona em imóvel pertencente à União, atual residência oficial do magistrado.
Os advogados Ismael Moraes e Marcelos Dantas, autores da ação, sustentam seu pedido em matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, que no final de julho passado informou que a empresa Assas Jb Corp., cujo único dono é o presidente do STF, é sediada na Quadra 312 da Asa Sul, em Brasília, imóvel funcional do Supremo. O jornal menciona dispositivo de decreto editado em 1993, e ainda em vigor, prevendo que esse tipo de propriedade só pode ser usado para “fins exclusivamente residenciais”. A Controladoria-Geral da União (CGU), ainda segundo o jornal, também assegurou que o Decreto n° 980 não prevê “o uso de imóvel funcional para outros fins, que não o de moradia”.
A Lei Orgânica da Magistratura (Lei Complementar nº 35, de 1979), a exemplo da Lei n° 8.112/90, do Estatuto do Servidor Público Federal, proíbe que seus membros participem de sociedade comercial, exceto como acionistas ou cotistas, sem cargo gerencial.
Na petição inicial da ação popular, os advogados ressaltam ter confirmado no linkhttp://www.florida-companies-info.com/assas-jb-corp-1fpbb/ o registro de constituição da empresa (na imagem acima) Assas JB Corp, confirmando que o apartamento 503, do SQS 312, Bloco K, em Brasília, endereço endereço residencial de Joaquim Barbosa desde o dia 5 de outubro de 2012, é também sede da empresa.
Ismael Moraes: conduta de Barbosa se assemelha
às arquitetadas pelos réus do mensalão
Para os autores da ação popular, ao utilizar apartamento funcional que lhe é reservado para moradia enquanto agente público, Joaquim Barbosa "abusa dessa condição, pois o patrimônio público colocado sob a sua fidúcia hoje é sede formal de mercancia. Ademais, podendo agravar a imoralidade desse estado de coisas, a imprensa também tem noticiado que esse tal estabelecimento teria sido apenas um artifício para que o réu não pagasse ao fisco do Tesouro da República Federativa do Brasil impostos, aos quais todo brasileiro normal é submetido, para sustentar justamente as regalias de pessoas com cargos da estatura da do réu."
A conduta do presidente do Supremo, consideram Ismael Moraes e Marcelo Dantas, "parece assemelhar-se a algumas daquelas arquitetadas pelos réus do mensalão", uma referência ao processo que teve Joaquim Barbosa como relator e acabou resultando na condenação de 25 condenados, entre eles José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula.

CLIQUE AQUI PARA LER A ÍNTEGRA DA PETIÇÃO INICIAL

"Caso a empresa não exista, e seja mesmo apenas um artifício contábil-tributário para reduzir imposto ou suprimir obrigação do pagamento de tributo, configura-se falsidade ideológica e outros crimes. Caso exista, configura-se em tese probidade administrativa, passível de pelo menos investigação. A questão é que até agora o procurador-geral da República nada fez, ou pelo menos a Assessoria de Comunicação da Procuradoria-Geral nada divulgou para dar alguma satisfação à sociedade brasileira", diz a petição inicial.
Os autores destacam que a ação não tem cunho disciplinar ou punitivo, atribuição que caberia ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ou a uma iniciativa da Procurador-Geral da República. A ação, acrescenta Ismael Moraes, pretende pedir a anulação do registro onde consta o apartamento como sede da empresa, assim como obrigar o réu ao pagamento do preço do aluguel ao Tesouro Nacional, devendo-se, também, coagir o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão à imposição imediata das medidas administrativas.
Blog Espaço Aberto

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

COMPOSTO LONGA VIDA

OS MOTIVOS PARA ADQUIRIR ESTE PRODUTO

A IMPORTÂNCIA DO MEL 
O mel é tão saboroso, que além de poder ser consumido puro, também serve como ingrediente especial em diversas receitas de culinária. Além disso, ele é um excelente adoçante natural e é um dos melhores e mais eficientes remédios naturais contra os efeitos da gripe e resfriados, asma, amigdalite, bronquite, problemas de circulação, músculos e ainda prepara o corpo para se defender de infecções.

Os benefícios do mel não acabam por aí. Ele também fortalece o sistema nervoso, ajuda a desintoxicar, facilita a digestão, é um excelente antisséptico e antibiótico. Em forma de chá, puro, acrescentado no suco ou nas receitas, quem consome o mel só tem a ganhar.

Mel com própolis

A dupla mel com própolis é infalível. Essa mistura tem propriedade bactericida com o efeito antibiótico do própolis, eficaz para quem possui problemas nas vias respiratórias. Se preferir acrescentar eucalipto, a mistura dá ainda mais efeito, pois o ingrediente também ajuda a combater a gripe, pois cuida dos brônquios.

Mel com eucalipto:

Tem função expectorante e ação antibactericida das vias aéreas. A mistura de mel com eucalipto é eficaz para aliviar os sintomas de tosse e bronquite.

Mel com guaco e própolis

O mel com guaco facilita a eliminação da secreção com a tosse e é um ótimo broncodilatador, antiasmático e expectorante.

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INFORMAÇÕES SOBRE O PRODUTO COMPOSTO LONGA VIDA
Este é um Produto do Pará com Insc. Est. 15309447-8 Embalado por: MARCOS ANTONIO RIBEIRO DOS SANTOS CNPJ: 12.380.692 / 0001-20 
INGREDIENTES BÁSICOS : Mel,Romã,Óleo de Eucalipto,Sacarose transformado em Xarope,Extrato de Limão.
Em breve outros Ingredientes na base .
INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS E OUTRAS ( Ver Imagem Abaixo)




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terça-feira, 9 de julho de 2013

MAIS MÉDICOS SIM...VALEU DILMA!


PARÁ SERÁ BENEFICIADO COM O PROGRAMA MAIS MÉDICOS DO GOVERNO FEDERAL

O Pará continua sendo o segundo estado do Brasil com a menor taxa de médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) em relação ao número de habitantes, perdendo apenas para o Maranhão. Os prefeitos da região do Marajó sofrem em busca de profissionais. Chegam a oferecer salários muito acima da média nacional mas não conseguem suprir a demanda. Esta luta encontrou agora um aliado de peso, o governo federal, que lançou ontem o “Programa Mais Médicos”, que prevê a contratação de médicos para atuar na saúde básica em municípios do interior e na periferia das grandes cidades.
Serão abertas cerca de 10 mil vagas para médicos para atuação exclusiva na atenção básica em periferias e nestes municípios que sofrem com a ausência de profissionais, prioritariamente no interior do Norte e Nordeste do país, com jornada de 40 horas semanais.
O programa, lançado pela presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, prevê uma bolsa de R$ 10 mil e uma ajuda de custo pagas pelo Ministério da Saúde aos profissionais que forem para as regiões onde há carência de médicos.
A ajuda poderá ser de R$ 30 mil para os que forem trabalhar na Amazônia Legal, incluindo o Pará, na fronteira e nos distritos sanitários indígenas; R$ 20 mil para o Nordeste, Centro-Oeste (com exceção do DF) e Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais; e de R$ 10 mil nas capitais, Regiões Metropolitanas e DF. Nos dois primeiros casos, o pagamento da ajuda será parcelado: 70% no começo, e 30% 180 dias depois. No último caso, o pagamento se dará todo de uma vez.
Os salários serão pagos pelo Ministério da Saúde e serão exigidas contrapartidas dos municípios que serão responsáveis por oferecer moradia e alimentação aos médicos. As prefeituras também terão de acessar recursos do ministério para a construção, reforma e ampliação das unidades básicas de saúde. O prazo de adesão dos municípios vai de 9 a 22 de julho.
Os médicos serão acompanhados por um tutor indicado por universidade pública; um supervisor proveniente da secretaria estadual ou municipal de Saúde; e um preceptor que já atua naquela unidade de saúde. Onde não houver médicos, o preceptor virá de outro lugar.
Para preencher as vagas, o governo vai lançar três editais: um para atração de médicos, outro para os municípios que desejam receber os profissionais e um terceiro para selecionar as instituições supervisoras.
A quantidade de vagas só será conhecida depois que os municípios apresentarem suas demandas, mas o governo estima que o número chegue a 10 mil.
O programa será criado por medida provisória assinada pela presidenta Dilma Rousseff e regulamentado por portaria conjunta dos ministérios da Educação e da Saúde.
Estrangeiros e as mudanças nos cursos de Medicina
O edital para médicos estará aberto a profissionais formados no Brasil e graduados no exterior, inclusive estrangeiros. As vagas serão ocupadas prioritariamente por médicos brasileiros, e os estrangeiros terão de comprovar conhecimento em língua portuguesa e passar por um curso de especialização em atenção básica.
Só poderão participar estrangeiros egressos de faculdades de Medicina com tempo de formação equivalente ao brasileiro, com autorização para livre exercício da Medicina em seu país de origem e vindos de países onde a proporção de médicos para cada grupo de mil habitantes é superior à brasileira, hoje de 1,8 médicos/1 mil habitantes.
Os médicos estrangeiros ficarão isentos de participar do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas (Revalida) e terão apenas registro temporário, para trabalhar no Brasil por período máximo de três anos e nos municípios para os quais forem designados. Os profissionais serão supervisionados por médicos brasileiros.
O Programa Mais Médicos também inclui mudanças nos cursos de medicina. Os alunos que ingressarem nos cursos a partir de 2015 terão que atuar dois anos no SUS para receber o diploma. A medida é válida para faculdades públicas e privadas. Com isso, o curso passará de 6 anos para 8 anos de duração.
Os estudantes irão trabalhar na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública. Eles vão receber uma remuneração do governo federal e terão uma autorização temporária para exercer a medicina, além de continuarem vinculados às universidades. Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um complemento salarial. Os últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, poderão contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica. 
Com a mudança nos currículos, a estimativa é a entrada de 20,5 mil médicos na atenção básica. “Esse aumento será sentido a partir de 2022, quantos os médicos estarão formados”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
De acordo com os ministérios da Educação e Saúde, as instituições de ensino terão que acompanhar e supervisionar o aluno. Após o estudante ser aprovado no estágio no SUS, a autorização temporária de exercício será convertida em inscrição no Conselho Regional de Medicina. Por haver recursos federais no programa, os alunos das escolas particulares deverão ficar isentos do pagamento de mensalidade. Esse trabalho na rede pública não acaba com o internato, no quinto e no sexto anos do curso.
Até 2017, a oferta de vagas nos cursos de Medicina terá um aumento superior a 10%. Com o programa Mais Médicos, serão abertas 3.615 vagas nas universidades públicas e, entre as particulares, devem ser criadas 7.832 novas matrículas.
O aumento deve ser sentido este ano, quando abertas 1.452 vagas. Em 2014, serão 5.435, anuciou Mercadante. De acordo com o ministro, haverá uma descentralização dos cursos que serão instalados em mais municípios. A residência médica terá de acompanhar o ritmo de vagas abertas na graduação.
“Não basta abrir curso de medicina para fixar um médico em uma região que temos interesse para ter. É preciso residência médica, que é um fator decisivo para a fixação, além de políticas na área de saúde. Estados que têm oferta de residência médica, tem uma concentração grande de médicos, como Rio de Janeiro e São Paulo”, disse o ministro.
Segundo ele, haverá uma melhor distribuição dos cursos pelo país. Atualmente, 57 municípios oferecem cursos de medicina, com o programa de residência. Mais 60 passarão a ofertar, totalizando 117 municípios no país. Isso acarretará, para as federais, a contratação de 3.154 professores e 1.882 técnicos-administrativos.
Nas particulares, segundo Mercadante, não haverá mais a “política de balcão”, onde os institutos apresentam as propostas para a abertura de cursos. Agora, a oferta de cursos de medicina será definida por meio de editais públicos, de acordo com a necessidade do país. “Vamos verificar as áreas que têm condições e necessidade de ofertar vaga e lá ofertaremos”.
(Diário do Pará)